Um grito de independência no Brasil Imperial

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No Dia em que se lembra a Independência do Brasil (7 de setembro) é bom lembrar que o Café constitui um marco na independência econômica brasileira. A cafeicultura, em um espaço de tempo não muito longo após a proclamação da Independência, passou de uma posição relativamente secundária para a de produto-base da economia brasileira.

Até então, os brasileiros produziam (cana-de-açúcar, o algodão e o fumo, por exemplo) e as Metrópoles (Portugal, Holanda e Inglaterra) comercializavam. O café foi, de certa forma, uma espécie de “grito de independência econômico-comercial” do Brasil Império.

Também na época do Brasil Imperial a atividade cafeeira ajudou, principalmente, no desenvolvimento da região sudeste (considerada atualmente a mais importante do país, do ponto de vista econômico). A expansão da economia cafeeira já em meados do século XIX, introduziu, aos poucos, diversas modificações no Brasil como a substituição da mão de obra escrava pelo trabalho assalariado (através da imigração), a modernização dos meios de transporte (com a construção das estradas de ferro), a expansão da rede bancária e do crédito agrícola), a modernização dos portos do Rio de Janeiro e de Santos e a dinamização das atividades comerciais.

Fonte: cafedaterra.com.br