Tramontina: marca presente na hora do café

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Os acessórios em inox estão presentes em dez entre dez cafeterias e restaurantes. E na grande maioria destes estabelecimentos estão os produtos da marca gaúcha Tramontina – que completa 110 anos em 2021.

A produção de talheres Tramontina começou há mais de 40 anos, atendendo o segmento de gastronomia, para dentro e fora de casa. A marca também atende o food service, em móveis de plástico e madeira e, desde 2013, soluções em Cozinhas Profissionais ideais para hotéis, restaurantes e refeitórios. Estão entre os equipamentos fornos e itens de cocção, refrigeradores, balcões refrigerados, ultracongeladores, cubas, torneiras e mobiliários em inox. Completa e compacta, essa linha foi desenvolvida com o maior número possível de componentes produzidos no país para tornar o produto competitivo e acessível para todos os tamanhos de negócio. 

Especificamente para o segmento café, a Tramontina tem buscado oferecer experiências diferentes no consumo da bebida, oferecendo utensílios e preparos diferentes dos tradicionais, como cafeteiras, moedores, chaleiras, xícaras, térmicos e bules com o objetivo de entregar mais opções aos coffeelovers e cafeterias

Conheça a história da Tramontina

Filho de imigrantes italianos, o artesão Valentin Tramontina chegou à cidade de Carlos Barbosa/RS em 1911 e iniciou o negócio com uma pequena ferraria, onde executava reparos para indústrias da região, além de ferrar cavalos. Em 1925, Valentin passou a produzir artesanalmente canivetes com cabo de osso – o marco das atividades de cutelaria Tramontina, comandada com dedicação por ele até 1939, ano em que faleceu. Neste momento, quem assumiu as atividades da empresa foi Elisa de Cecco Tramontina, que deu continuidade ao legado do marido. Ela vendia a produção da fábrica nos mercados regionais e em Porto Alegre/RS. Em 1949, os negócios começaram a crescer sob a administração do filho Ivo Tramontina e de Ruy J. Scomazzon, que passou a integrar a sociedade. Os investimentos em novas tecnologias, aliados ao início do processo de laminação do aço, impulsionaram o crescimento da empresa que, em 1961, tornou-se uma S.A.

Nas décadas seguintes, novas fábricas foram abertas e novos produtos passaram a ser produzidos, somando-se aos canivetes, facas, talheres e ferramentas. Molda-se assim o perfil de diversidade e inovação de uma indústria que não para de se reinventar. Hoje, são mais de 18 mil itens em dez fábricas no país – oito no Rio Grande do Sul, uma em Belém (PA) e outra em Recife (PE).