O café como celeiro de pautas

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O café está na rotina do jornalista gaúcho Mauro Belo – como bebida e também como inspiração para muitas matérias.  Editor do Geração E – a plataforma de empreendedorismo do Jornal do Comércio – ele toma várias xícaras de café e outras bebidas estimulantes como chimarrão e chá. “Sou movido a cafeína. Em casa, são dois por dia. Na época da redação, o cafezinho era mais frequente, até porque era o momento de socializar com os colegas”, comenta.

Para ele, o melhor café é o que une as pessoas. Não importa a marca ou o modo, ele gosta é do hábito. Em casa, costuma tomar na cafeteira ou no filtro individual. E prefere os cafés de torra mais forte, que parecem dar mais gás.

Além de ser um combustível em suas atividades profissionais e momentos de lazer, o café também é inspiração para muitas pautas jornalísticas desenvolvidas no Geração E. Como a plataforma aborda novos negócios, o radar está sempre ligado ao que acontece no setor gastronômico. Até o Café Combustível já foi notícia no Geração E, além de muitas cafeterias e projetos que também divulgamos por aqui.

Belo explica que, antes da pandemia, havia muitas pautas de cafeterias temáticas e novidades.  Agora, infelizmente, as dificuldades que o setor enfrenta também se refletem nos conteúdos gerados. “Mas o setor segue sendo um celeiro de pautas, pois envolve muitos fornecedores, tecnologia, inovação e criatividade”, analisa.

Mauro Belo, na redação do Jornal do Comércio, com a equipe do Geração Empreendedora (em um período pré-pandemia)

Café traz inspiração e leveza

O jornalista considera a hora do café um momento de pausa e reflexão. “Mesmo que tomemos em frente ao computador, o gole traz inspiração e leveza. E, obviamente, há o efeito químico da cafeína, que nos deixa mais ativos. Mas, realmente, acho que o papel emocional do café é o mais encantador”, afirma.

Apaixonado por viagens, quando vai para o exterior, Mauro tem por hábito visitar cafeterias, pois acredita ser uma forma de aprender sobre a cultura dos destinos explorados. Tanto amor pelo café já fez o jornalista até sonhar em ter uma cafeteria algum dia (quem sabe??).