Love (and coffee) is in the air!

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O amor pode começar em uma cafeteria. O amor pode se renovar em uma cafeteria. Muitos romances começam com a frase – vamos tomar um café? – e, ao longo de uma relação, muitos litros da bebida podem ser consumidos em casa ou em espaços públicos.  Por isso, neste Dia dos Namorados, Café Combustível foi atrás de histórias de casais que têm o café como combustível.  Confira e se inspire!

37 anos de namoro e café

Cláudia Laranja e José Marranghello completam 37 anos juntos em agosto. O hábito dos cafés acompanha a dupla, tanto em casa, quanto no trabalho e em passeios e viagens. Adoram conhecer novos métodos e experimentar sabores diferentes. Em casa, curtem fazer na prensa francesa ou no filtro. No escritório, experimentam diferentes sabores de cápsulas. Eles também adoram fotografar as mesas dos cafés e acompanhamentos que tomam, como todo casal coffee lover que se preza.

Café e reencontro, 20 anos depois

O jornalista Renato Martins tem uma história de reencontro permeada pelo café. Ele conheceu a também jornalista e produtora de eventos Fernanda Vargas e se casaram nos anos 90. Se separaram, ele se casou de novo, teve três filhos e os dois ficaram 20 anos sem se ver. Em 2018, recém-separado e trabalhando em Gramado, ele descobriu o whatsapp dela por amigos em comum e quis saber como Fernanda estava. Ficaram dois meses trocando mensagens e marcaram um café. Reataram e estão juntos de novo, vivendo uma segunda fase da relação, mais madura e feliz.

Da merenda na cantina do colégio às cafeterias

Cleber Dalla Coletta conheceu Elisa no Jardim da Infância. Estudaram juntos boa parte do colegial. Depois do ensino médio os dois perderam o contato e se reaproximaram pelo Instagram, por causa de uma foto da turma de escola. Muitas conversas virtuais depois, a psicóloga Elisa convidou o advogado Cleber para um “primeiro” encontro e disse: hoje nós vamos tomar um café. O primeiro café foi na cafeteria do Hotel Viverone de Bento Gonçalves, onde os dois residem. E ali eles tiveram certeza que nada é por acaso e que o destino sempre reserva surpresas. Os dois amam cafés e não perdem a oportunidade de conhecer uma nova cafeteria juntos.

Cafeteira foi a primeira peça do enxoval

O casal de jornalistas Bruno Moura e Thamires foram colegas de faculdade e fizeram estágio bem perto um do outro, a uma quadra de distância. Onde ela estagiava não havia café e ele então começou a levar um copo para ela. Era uma desculpa para ir conversar com ela antes de ir para a faculdade. Depois de alguns anos, começaram a namorar. Quando decidiram morar juntos a primeira peça que o Bruno comprou para a nova casa foi uma cafeteira. Estão juntos há seis anos, em um relacionamento regado a café, encarando a vida no interior ao lado de duas gatas adotadas.

Café na sala de imprensa

O fotógrafo Naian Meneghetti estava em uma cobertura na Expointer (tradicional feira agropecuária no Rio Grande do Sul) quando foi até a sala de imprensa e pediu água para uma das profissionais que lá estava. Foi então que ela lhe ofereceu água e café. O namoro com Jéssica completa nove meses e começou com aquele simples copo de café.

Tudo sempre termina em café

A digital creator Renata de Oliveira namora o jornalista e empresário Edmundo há 5 anos e, como outros casais coffee lovers, tudo começou combinando um café. Já no primeiro encontro, cada um consumiu 3 xícaras. Até hoje para namorar, decidir alguma coisa ou até para resolver uma pendência eles combinam: vamos tomar um café?

Xícaras diferentes, mas o mesmo amor pelo café

A jornalista e artista Caroline Garcia conheceu o Cristiano em 2010. A irmã dele que era sua colega de trabalho providenciou um encontro pela manhã entre as jornadas de trabalho dos dois. O encontro foi no Centro de Porto Alegre e ele a convidou para tomar um café onde o pai o levava quando menino. Conversaram bastante, trocaram contato, viraram amigos. Por meses tomaram café juntos até que começaram a namorar. O Cristiano, que é eletrotécnico, é viciado em café. Caroline acabou aprendendo a passar, pois antes bebia apenas o solúvel em casa. O casal tem suas diferenças: a xícara dele é grande, a dela é pequena; ele é chocólatra, ela fica com chocolates esquecidos na bolsa por semanas. A cunhada até hoje brinca que o cafezinho está rendendo.

Fé, filmes e café

O gerente de marketing do Barco Cisne Branco, Vinícius Elias, marcou o primeiro encontro com a futura namorada Luana Lima (influencer do projeto Falar Cura) em uma missa. Depois da celebração, os dois foram se encontrar no extinto Café Paris, na Cidade Baixa, em Porto Alegre. O local era uma cafeteria dentro de uma locadora e os dois conversaram sobre filmes, séries e livros. São seis anos de namoro, 2 de noivado, 9 de casamento e 3 filhos lindos em uma história que começou em uma cafeteria.

Editor assistente do Café Combustível

E termino com a minha história. Eu e Alexandre nos conhecemos por obra do destino, em 2007. Eu queria apresentar uma amiga minha para um colega professor. E este colega levou um amigo junto para eu não sobrar na conversa. Não deu match entre nossos amigos, mas a nossa história rolou. Depois que a minha amiga e o amigo dele foram embora, ficamos os dois ali, sem saber o que fazer, olhando um para o outro. E descobrimos que os dois adoravam café. Nosso primeiro café foi um Espresso Submarino dentro da Livraria Cultura, em Porto Alegre. Desde então, perdemos a conta de quantos cafés tomamos, inclusive nas madrugadas. Hoje ele me incentiva e apoia nos bastidores na criação de pautas e pesquisando conteúdos para o Café Combustível.