Advogados movidos a café

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A área do Direito exige atenção em prazos, processos, provas e muitos documentos. Para sobreviver a essa rotina eletrizante dos ambientes jurídicos, o café é o combustível ideal. As salas da Ordem dos Advogados nos diferentes fóruns, são locais de encontro dos colegas e de muito consumo de café, antes e depois das audiências. Nos escritórios, muitos advogados também não abrem mão do hábito de consumir um bom café, entre uma atividade e outra.

Andrio Fonseca, especializado em Direito Trabalhista, acredita que o café aumenta sua agilidade e atenção. Seu escritório chegou a lançar uma caneca personalizada com a frase “café para lembrar, para acordar, para compartilhar, para trabalhar” para distribuir aos colaboradores e clientes. Andrio costuma tomar em média seis cafés por dia nesta caneca.

O advogado tributarista Alexandre Nunes de Avila, da JP Motta Advogados, afirma que desde criança teve o hábito do café. Começou tomando café passado em filtro de pano, feito pela sua avó, direto no bule. Mais tarde, já adulto, em viagens a trabalho, conheceu o sabor do espresso italiano. Para Alexandre, o café ajuda não somente nas demandas jurídicas, mas em tudo na vida. “É meu combustível quando acordo. E sigo tomando, aproximadamente três a quatro xícaras grandes por dia”. O advogado continua preferindo o café passado, mas também curte conhecer novos métodos e experimentar blends diferenciados. Em seu escritório, seus colegas Marlon Daniel Real e João Pedro Motta também são loucos por café.



Em breve, a parte 2 deste texto – Advogadas cafeinadas – aguarde!!!

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